PROCURAR DEIXAR UM MUNDO UM POUCO MELHOR DO QUE O ENCONTRAMOS Baden Powell
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
MARVILA DOS SABORES
A nossa freguesia tem uma grande variedade de culturas nacionais e internacionais. Foi daí que nasceu a ideia de criar uma festa de referencia para a freguesia que tem como base as várias culturas da freguesia, foi assim que surgiu o Marvila dos Sabores.∙ Quinta-feira, dia 19 de Junho abre às 17h e fecha às 24h
(Cabeça de cartaz – Quim Barreiros)
Será referenciada a gastronomia, as danças e cantares do Alentejo.
∙ Sexta-feira, dia 20 de Junho abre às 17h e fecha às 01h
(Cabeça de cartaz – Peste e Sida)
Será referenciada a gastronomia, as danças e cantares das Beiras.
∙ Sábado, dia 21 de Junho abre às 14h30 e fecha às 01h
(Cabeça de cartaz - Miguel Ângelo- Delfins)
Será referenciada a gastronomia, as danças e cantares do Minho e Trás-os-Montes.
∙ Domingo, dia 22 de Junho abre às 14h30 e fecha às 01h
(Cabeça de Cartaz – Sam the Kid)
Será referenciada a gastronomia, as danças e cantares do resto do mundo.
Este evento vai acontecer entre os dias 19 e 22 de Junho em frente ao ISEL, entre a RTP e a Escola Secundária Vitorino Nemésio.
O nosso agrupamento vai estar representado neste evento com um stand onde iremos mostrar o nosso historial e o que de melhor se faz nos escuteiros.
terça-feira, 20 de maio de 2008
CRISMAS 2008
Foram poucos, apenas a Catarina e o Tiago Gonçalves, mas para nós não quer dizer nada, é como se todos estivessem a fazer o Crisma.
É com muito gosto que, desde que a Ana Filipa fez o Crisma em 2006 que todo o grupo Pioneiro tem ido a esta cerimónia, pois todos os anos tem havido elementos a fazer este acto que é um sacramento. Não é um fim nem o principio de algo, mas sim uma etapa da grande caminhada que é a vida.
1ª etapa - Foram os nossos pais que quando nascemos nos levaram ao altar para nos baptizarem;
2ª etapa - Foram os nossos catequistas que nos levaram ao altar para a reconciliação;
3ª etapa - Para muitos, foram também os nossos pais que nos levaram ao altar para recebermos a eucaristia;
4ª etapa - Fomos nós que fomos ao altar para confirmarmos os nossos votos de Baptismo, chegaram aqui e agora vem o caminho para a...
5ª etapa que pode passar pelo matrimónio ou pela ordem;
7ª e última etapa - por fim, aquela que todos hão-de chegar para depois seguirem para junto do pai.
CA - Leão Protector
É com muito gosto que, desde que a Ana Filipa fez o Crisma em 2006 que todo o grupo Pioneiro tem ido a esta cerimónia, pois todos os anos tem havido elementos a fazer este acto que é um sacramento. Não é um fim nem o principio de algo, mas sim uma etapa da grande caminhada que é a vida.
1ª etapa - Foram os nossos pais que quando nascemos nos levaram ao altar para nos baptizarem;
2ª etapa - Foram os nossos catequistas que nos levaram ao altar para a reconciliação;
3ª etapa - Para muitos, foram também os nossos pais que nos levaram ao altar para recebermos a eucaristia;
4ª etapa - Fomos nós que fomos ao altar para confirmarmos os nossos votos de Baptismo, chegaram aqui e agora vem o caminho para a...
5ª etapa que pode passar pelo matrimónio ou pela ordem;
7ª e última etapa - por fim, aquela que todos hão-de chegar para depois seguirem para junto do pai.
CA - Leão Protector
4º ANIVERSÁRIO - 24 ABRIL
Foi no dia 24 de Abril de 2008 que festejámos o nosso 4º aniversário.
Este ano foi um pouco mais reservado, pois no dia a seguir iamos todos para actividades. A concebtração foi à 20h30 na igreja de Sta. Clara. Fez um pequeno jogo para constituir equipas mistas para depois realizarmos um fogo de conselho onde se relembraram aluns dos melhores momentos dos útlimos anos.
De seguida cantou-se os parabéns e fomos todos dormir, pois no dia a seguir prometia nas várias actividades que as secções iam realizar.
1ª SECÇÃO - Actividade de um dia - Passeio ao Jardim Zoológico
Foram os últimos a levantar e dirigiram-se para o jardim zoológico para lá passarem um dia cheio e ocupado.
Foram muitos os animais que se viram, aprendeu-se muito sobre o que viram, andou-se para lá e para cá, brincou-se, divirtiu-se, rezou-se, e por fim foram para casa. Segundo relatos de algumas testemunhas, os lobitos nesse dia chegaram a casa e dormiram.
2ª SECÇÃO - Actividade de 2 dias - Acamp. no PNEC
O dia começou mais cedo para eles, tomaram o pequeno almoço e foram em direcção ao campo através de um jogo que acabou por ser uma dificuldade para algumas patrulhas.
O acampamento foi na sua essência formativo, onde o ponto principal foi o "aprender fazendo".
Foram dois dias como costumam ser todos os acampamentos, aprenderam, partilharam os bons momentos entre eles e claro está divertiram-se.
3ª SECÇÃO - Actividade de 2 dias - Acamp. em Mafra
O grande objectivo era a Sobrevivencia, apenas com o material indespensável e sem tendas. Também acordaram á hora dos exploradores e foram para o campo Grande apanhar a camioneta, como "bons" Pioneiros que são demoraram 1 hora para sairem da igreja e perderam a camioneta. foi logo ali nas paragens que tiveram um atelier sobre sobrevivencia.
Quando chegaram a campo fizeram os abrigos e partiram para Raid. No segundo dia realizaram-se mais alguns atelieres e regressou-se a casa.
Tal como os exploradores foi uma actividade muito formativa, onde também houve lugar ao divertimento, ao relaxe pós-raid e à partilha de bons momentos.
CA - Leão Protector
segunda-feira, 21 de abril de 2008
A GERAÇÃO DO ECRÃ
UM TEXTO QUE MERECE UMA LEITURA CUIDADA
«Desculpem se trago hoje à baila a história da professora agredida pela aluna, numa escola do Porto, um caso de que já toda a gente falou, mas estive longe da civilização por uns dias e, diante de tudo o que agora vi e ouvi (sim, também vi o vídeo), palavra que a única coisa que acho verdadeiramente espantosa é o espanto das pessoas.
Só quem não tem entrado numa escola nestes últimos anos, só quem não contacta com gente desta idade, só quem não anda nas ruas nem nos transportes públicos, só quem nunca viu os 'Morangos com açúcar', só quem tem andado completamente cego (e surdo) de todo é que pode ter ficado surpreendido.
Se isto fosse o caso isolado de uma aluna que tivesse ultrapassado todos os limites e agredido uma professora pelo mais fútil dos motivos- bem estaríamos nós! Haveria um culpado, haveria um castigo, e o caso arrumava-se.
Mas casos destes existem pelas escolas do país inteiro. (Só mesmo a sr.ª ministra - que não entra numa escola sem avisar - é que tem coragem de afirmar que não existe violência nas escolas). Este caso só é mais importante do que outros porque apareceu em vídeo, e foi levado à televisão, e agora sim, agora sabemos finalmente que a violência existe! O pior é que isto não tem apenas a ver com uma aluna, ou com uma professora, ou com uma escola, ou com um estrato social.
Isto tem a ver com qualquer coisa de muito mais profundo e muito mais assustador.
Isto tem a ver com a espécie de geração que estamos a criar.
Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos, se tivermos um rosto humano. E por isso as nossas crianças crescem sem emoções, crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
E durante anos os pais e os professores foram deixando que isto acontecesse.
A aluna que agrediu esta professora (e onde estavam asauxiliares-não-sei-de-quê, que dantes se chamavam contínuas, que não deram por aquela barulheira e nem sequer se lembraram de abrir a portada sala para ver o que se passava?) é a mesma que empurra um velho no autocarro, ou o insulta com palavrões de carroceiro (que me perdoem os carroceiros), ou espeta um gelado na cara de uma (outra) professora, e muitas outras coisas igualmente verdadeiras que se passam todos os dias. A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar. A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de comportamento. E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã. E nós deixamos.»
Alice Vieira, Escritora
-- Com os meus cumprimentos
Jose Gouveia
Comunicação e Desenvolvimento CNE-Região de Lisboa
«Desculpem se trago hoje à baila a história da professora agredida pela aluna, numa escola do Porto, um caso de que já toda a gente falou, mas estive longe da civilização por uns dias e, diante de tudo o que agora vi e ouvi (sim, também vi o vídeo), palavra que a única coisa que acho verdadeiramente espantosa é o espanto das pessoas.
Só quem não tem entrado numa escola nestes últimos anos, só quem não contacta com gente desta idade, só quem não anda nas ruas nem nos transportes públicos, só quem nunca viu os 'Morangos com açúcar', só quem tem andado completamente cego (e surdo) de todo é que pode ter ficado surpreendido.
Se isto fosse o caso isolado de uma aluna que tivesse ultrapassado todos os limites e agredido uma professora pelo mais fútil dos motivos- bem estaríamos nós! Haveria um culpado, haveria um castigo, e o caso arrumava-se.
Mas casos destes existem pelas escolas do país inteiro. (Só mesmo a sr.ª ministra - que não entra numa escola sem avisar - é que tem coragem de afirmar que não existe violência nas escolas). Este caso só é mais importante do que outros porque apareceu em vídeo, e foi levado à televisão, e agora sim, agora sabemos finalmente que a violência existe! O pior é que isto não tem apenas a ver com uma aluna, ou com uma professora, ou com uma escola, ou com um estrato social.
Isto tem a ver com qualquer coisa de muito mais profundo e muito mais assustador.
Isto tem a ver com a espécie de geração que estamos a criar.
Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos, se tivermos um rosto humano. E por isso as nossas crianças crescem sem emoções, crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.
Durante anos, foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.
E durante anos os pais e os professores foram deixando que isto acontecesse.
A aluna que agrediu esta professora (e onde estavam asauxiliares-não-sei-de-quê, que dantes se chamavam contínuas, que não deram por aquela barulheira e nem sequer se lembraram de abrir a portada sala para ver o que se passava?) é a mesma que empurra um velho no autocarro, ou o insulta com palavrões de carroceiro (que me perdoem os carroceiros), ou espeta um gelado na cara de uma (outra) professora, e muitas outras coisas igualmente verdadeiras que se passam todos os dias. A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar. A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de comportamento. E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã. E nós deixamos.»
Alice Vieira, Escritora
-- Com os meus cumprimentos
Jose Gouveia
Comunicação e Desenvolvimento CNE-Região de Lisboa
sexta-feira, 18 de abril de 2008
S. JORGE CANCELADO
Passem a informação entre todos.
O S. Jorge foi cancelado (adiado) devido às condições atmosféricas.
Em principio tudo indica que vai haver alerta laranja para este fim de semana.
Nova data será depois informada.
CA - Leão Protector
O S. Jorge foi cancelado (adiado) devido às condições atmosféricas.
Em principio tudo indica que vai haver alerta laranja para este fim de semana.
Nova data será depois informada.
CA - Leão Protector
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